segunda-feira, 23 de maio de 2011

Miley Cyrus participa de festa da SYM no Brasil


Miley Cyrus viu de perto o amor dos fãs brasileiros no domingo (15/5) durante uma festa da marca de absorvete “Sym”, em São Paulo. Centenas de crianças e adolescentes de todas as idades foram à casa noturna Kiss & Fly, na Villa Daslu, na esperança de ver ao vivo a intérprete de Hannah Montana.
A produção da cantora proibiu qualquer veículo da imprensa de falar com Cyrus e também as agências de foto de entrarem na festa, que teve hambúrgueres, sucos, refrigerantes e água. O ator Bruno Gagliasso se apresentou como DJ e animou os empolgados adolescentes por 30 minutos, antes da chegada da estrela americana.
A produção da festa pediu por diversas vezes aos pais que fossem buscar em frente ao palco, as crianças de até 10 anos de idade que estavam sozinhas. E o tumulto só aumentou após a chegada de Cyrus.
Vestindo uma jaqueta de couro, um vestido branco e meia calça, e acompanhada da mãe Tish Cyrus, a cantora de 18 anos fez sua primeira aparição na festa pouco depois das 20h30, onde posou para fotos e acenou para os fãs, que se aglomeravam em frente ao espaço reservado. Ela entrou e saiu diversas vezes de seu camarim, enquanto atendia os 60 vencedores de um concurso da marca de absorventes, que ganharam a chance de conhecer a cantora.
Os ganhadores
Geovana da Silva Souza, de 16 anos, foi a primeira da fila e conseguiu chegar perto de Cyrus. “Eu abracei, consegui um autógrafo e uma foto. Ela é super simpática e estou tremendo até agora”, falou a estudante. Sua mãe, a dona de casa Vânia Maria da Silva, de 40 anos, acompanhava a menina e disse que “valeu a pena” o esforço.
“Eu não estou acreditando que aconteceu de verdade”, disse a estudante Barbara Emigdio, de 14 anos, que também conseguiu sua foto ao lado de Miley Cyrus. “Ela é linda e muito simpática”, afirmou.
O gerente de vendas Heitor Menezes, de 47 anos, viajou do Rio de Janeiro com a filha Victoria Menezes, de 15 anos, para que a adolescente pudesse conhecer seu ídolo. “Ela é fã há seis anos e está desde quarta-feira (11) atrás da Miley, ficou na frente do Copacabana Palace e depois foi no show. Ela também escreveu uma carta de sete metros, em inglês, e espera conseguir entregá-la”, disse Menezes.
Marcelo de Carvalho e Lucas Jagger
O empresário Marcelo de Carvalho, vice-presidente da Rede TV! e marido de Luciana Gimenez, levou o enteado Lucas Jagger com seus amigos à festa, mas não conseguiu conhecer Cyrus.
“Eu não conheci, mas os meninos conheceram e disseram que ela é linda e simpática”, disse o empresário.
A saída “à francesa” de Miley
Após atender aos fãs por menos de uma hora , Miley Cyrus foi embora, deixando diversos ganhadores sem foto, sem autógrafo e às lágrimas. O motivo: o grande tumulto que se formou ao redor do espaço reservado e a falta de segurança para as crianças.
E a banda Cine ficou responsável por animar os tristes fãs da intérprete de Hannah Montana após sua saída.
♥ UOL

terça-feira, 17 de maio de 2011

Matéria: Show de Miley Cyrus no RJ - 13 de maio - HSBC Arena

Texto:

O show da Miley Cyrus aconteceu sexta feira, dia 13 de maio de 2011, no Rio de Janeiro. Levou vários fãs ao delírio, muita gente chorando, gritando, cantando e até tiveram 8 pessoas que tevem de ser levadas à infermaria. Miley não cansava de repetir: "Os fãs brasileiros são os melhores!, 'The Best', O Rio de Janeiro foi a  melhor cidade da Corazón Gitano Tour. Miley Cyrus chorou muito durante o show, na música The Climb havia muita gente com lagrimas nos olhos, principalmente a diva Miley!

Fotos:






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Vídeos:





























segunda-feira, 16 de maio de 2011

#EGO – Miley Cyrus faz segundo show no Brasil em São Paulo


Miley Cyrus fez seu segundo show no Brasil em São Paulo na noite desta sábado, 14. A cantora teen se apresentou na Arena Anhembi para um público de 17 mil fãs. Na véspera, Miley se apresentou no Rio e elogiou o público brasileiro: “Vocês são as razão para eu estar fazendo essa turnê”, disse.

#EGO – Miley Cyrus: ‘Vocês são a verdadeira razão para eu ter feito essa turnê’


Miley Cyrus se encantou com o público carioca. Se a cantora já estava gostando da estada no Brasil, o público carioca se encarregou de faze-la se apaixonar. Impressionada com a gritaria, ela declarou: “Vocês aqui do Brasil são a verdadeira razão para eu ter feito essa turnê. Muito obrigada, vocês são demais”, disse ela no palco.
Como previsto, ela abriu o show com “Liberty Walk” e emendou no hit “Party in the USA”. O que não aconteceu como previsto foram os versos em português que ela tanto ensaiou. Não teve “festa no Brasil”, mas nada que chateasse os fãs, a empolgação era a mesma. O figurino escolhido mostra que Miley cresceu mesmo, está mais mulher e não faltam pernas. Aliás, ela faz questão de mostrá-las.  São cinco trocas de roupa no total e 20 músicas, dentre elas três covers de Joan Jett e “Smells Like Teen Spirit”, do Nirvana: “Como eu inspiro vocês, quero que vocês conheçam quem me inspira”, diz ao público, que já sabe do cover e canta a letra junto com ela. Comum em muitos shows de pop, o playback não faz parte do repertório dela.  Miley dança o tempo todo, canta o tempo todo e não tem medo de arriscar as notas mais altas.

Atenção aos fãs
Do palco, ela se mostra atenta ao seu público. Em determinado momento fez uma pausa para ler alguns dos cartazes e gostou do que dizia “It’s a Party in the Rio” (algo como ”É festa no Rio”, em tradução livre) em vez de “It’s a party in the USA”, como diz sua música. Nada acostumada com o público brasileiro, ela chegou a se preocupar com o calor: “Se vocês quiserem fazer uma pausa não tem problema. Está calor e não quero que ninguém passe mal”. Mesmo assim, a enfermaria da HSBC Arena, onde a apresentação aconteceu, recebeu oito pessoas, que precisaram de assistência médica. O show, que não chegou a uma hora e meia de duração , também teve homenagem para Tish Cyrus, mãe da cantora: “Hoje é sexta-feira 13, o dia mais sortudo do ano e também aniversário da minha mãe. Quando eu contar até três vocês dizem comigo: ‘Parabéns, Mama Tish’”, pediu ela. Depois de cantar hits agitados como “7 Things”, “Fly On The Wall” e “Can’t Be Tamed”, Miley emocionou o público com “The Climb”, que fez parte da trilha sonora do filme “Hannah Montana”. Ela voltou para o “bis” com um look vermelho de coração e encerrou com “Who Owns My Heart”, seu single mais recente.


#Extra – Estilo de cabelo da cantora Miley Cyrus está entre os mais pedidos pelas debutantes


Foi fazendo Hannah Montana e usando uma peruca loura que a cantora e atriz Miley Cyrus começou a ser conhecida pelo mundo. A americana, que faz show hoje no Rio de Janeiro, tornou-se logo referência para as adolescentes brasileiras. O estilo de cabelo – longo e ondulado – é o mais imitado pelas jovens de debutantes, segundo o cabeleireiro maranhense Anderson Pessoa:
- Elas chegam com a foto da Miley, dizendo ‘faz o cabelo da Hanna em mim’. As vezes a menina não tem cabelo longo e temos que fazer extensão. Outras vezes têm uma cor completamente diferente, e precisamos tonalizar os fios, misturando tons. Com um babyliss grosso e um spray fixador, aquele visual é conquistado facilmente, e combina muito com o estilo mais moderninho das festas de 15 anos de hoje em dia. Já atendi a mais de dez meninas com a mesma vontade – explica.
O corte da bela, desfiado nas pontas e repicado na frente, com efeito desconectado, conquista clientes de muitos salões especializados no público jovem. A franja é mais longa. A raiz do cabelo é lisa e as pontas são onduladas. De acordo com o hairstylist responsável pelo look da popstar, Ricardo Lauritzen, a cor de Miley resulta da mistura de quatro tons, que vão de marrom escuro para o marrom claro, mel e loiro claro.

#VEJA – Parecer normal é o principal atrativo de Miley Cyrus


Miley Cyrus fala a língua das adolescentes. E não é preciso conhecer muito da história da artista, nem ouvir muitos depoimentos apaixonados de admiradoras para entender a força dessa empatia. A atriz que encarnou Hannah Montana na última década, quando se consolidou uma geração de ícones adolescentes em séries de TV voltadas para o público ‘teen’, acumulou credenciais para além de seus dotes artísticos.
É esse talento para chegar ao coração das fãs que faz com que Miley, fora da personagem, mantenha a sintonia com as meninas e meninos entre os 10 e os 18 anos. Ao explicar sua intenção de lançar a turnê Gypsy Heart na América do Sul, Miley disse que preferia estar em países onde ela é realmente querida, dando a entender que isso talvez não aconteça nos Estados Unidos, seu país de origem.
Uma sinceridade rebelde, mas inofensiva, acompanha o discurso de Miley Cyrus. Certos desabafos que não chegam a ser contundentes, mas demonstram a fragilidade do jeito de ser adolescente, renovam a confiança que as meninas têm na ‘amiga’ que acreditam estar por trás das personagens – seja ela Hannah Montana ou a própria cantora, em sua versão de palco.
Foi assim, por exemplo, quando ela assumiu ter usado drogas e, em seguida, pediu desculpas aos fãs – época em que aflorou uma Miley imperfeita, mas capaz de se redimir e de, por ela própria, resolver a questão.
“Apesar de ser uma droga legalizada, ela sabia que não estava fazendo a coisa certa e pediu desculpas aos fãs”, opina a fã Beatriz Vicente, de 13 anos, a caçula de um grupo que montou plantão em frente ao Copacabana Palace para tentar ver Miley Cyrus. A sálvia é uma droga legal na maior parte dos estados norte-americanos, incluindo a Califórnia. Além da droga, a biografia de Miley tem outra passagem que a torna um ‘case’ repleto de atualidade. Aos 10 anos, a cantora sofreu bullying na escola, tinha poucos amigos e era uma menina solitária. Ela sofreu com as intimidações do grupo ‘anti-Miley’, composto por meninas maiores do que ela. Certa vez, chegou a ser trancada em um armário do colégio, onde ficou por cerca de uma hora presa.
A força do ídolo se manifesta nas frases, nas opiniões e, claro, também em produtos. Alguns itens do visual de Miley eram adotados como uniformes pelas meninas que tentavam chegar perto da artista no Copacabana Palace e na chegada ao Brasil, pelo Aeroporto Internacional do Galeão, na quarta-feira. O mais evidente deles era o tênis modelo All-Star.
“Ela tem personalidade e estilo, como gosto muito dela uso roupas parecidas. Quando ela está de Hannah Montana ela usa muitas botas, mas quando está de Miley é mais normal, como a gente”, explica Fernanda Fonseca, de 14 anos.
Ser ou parecer “normal”, até onde é possível a normalidade ser acessível a uma adolescente em turnê mundial, aliás, é uma das virtudes de Miley Cyrus. Em Hannah Montana, a atriz era a artista famosa que, para viver uma vida comum, transformava-se em Miley Stewart. Ao pular a cerca da fama para o anonimato, Miley – a Cyrus – parece cair no colo de um público que sonha permanentemente com o sucesso, ao mesmo tempo em que quer ter direito às coisas simples da juventude.
Fernanda diz que entrou no curso de teatro influenciada pela atriz. “Eu gosto de atuar, me apaixonei pelo curso de teatro. Isso tudo só começou por causa da Miley, porque ela foi a primeira pessoa em que me espelhei na vida”, conta emocionada, falando da cantora como quem se refere a um guia espiritual.
“As letras das músicas que ela canta falam dos problemas dos adolescentes. Sinto que ela já me deu conselhos através das músicas”, afirma Fernanda. “Ela me ensinou a ser eu mesma e não me importar com as críticas destrutivas. Ela mesma já foi muito criticada porque largou a imagem de menininha da Hannah Montana. Mas qual adolescente não tem vontade de colocar uma saia curta e se sentir mulher?”, pergunta a fã.
Luísa Valente, também de 14 anos, vê em Miley Cyrus a maturidade. “Ela já tem 18 anos, já é uma mulher”, diz, afastando a ideia de que a cantora – e talvez elas próprias – já não é mais “uma menininha”. A estudante defende seu ponto de vista citando a postura “madura” de assumir o erro, com a sálvia, e o pedido de desculpas.
Para Luísa, Fernanda e Beatriz, Hannah Montana virou mulher. Mas trocar a imagem de matinê pela de artista madura é algo que ainda consome energias de Miley Cyrus. Em parte, isso acontece com as esporádicas declarações – e, muito provavelmente, a ‘confissão’ sobre o uso de drogas faz parte dessa estratégia.
A outra parte da missão ela tenta cumprir nos palcos, como fez no Equador, interpretando um hino adolescente de quando ainda devia usar fraldas: o clássico SmellsLike Teen Spirit, do Nirvana, com arranjo parecido com o original – até onde é possível a Miley se esgoelar como fazia Kurt Cobain.

#VEJA – Miley Cyrus leva à histeria o público adolescente, com estrutura de show para gente grande


Para os fãs cariocas – e um contingente respeitável de acompanhantes, escoltando pré-adolescentes – Miley Cyrus mostrou, na noite de sexta-feira, que emplacar quatro álbuns em primeiro lugar nas paradas num intervalo de três anos não é exatamente coisa de criança. Em seu primeiro show no Brasil, a artista teen levou um público de cerca 13 mil pessoas à Arena do Rio, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade.
Os adolescentes, obviamente, era a maioria na massa. Mas para acompanhar os fãs principais havia até famílias inteiras, algumas com crianças no colo. Foi o caso do advogado paraense Rogério Felipe, de 39 anos, que estava acompanhado da esposa, Lorena Felipe, 36, e das filhas Luiza, 8, e Laura, de apenas 4 anos. Eles viajaram 3200 quilômetros de avião de Belém ao Rio de Janeiro somente para assistir ao show.
“A mais velha é apaixonada pela Miley e a menor faz aniversário amanhã, então nós viemos comemorar no Rio. É o presente dela”, disse o pai. Caracterizada de Hannah Montana – incluindo o aplique no cabelo –, Laura, a caçula, queria mais. A toda hora a menina perguntava à mãe se a Miley ia cantar parabéns para ela.
Uma improvável coincidência fez com que o desejo da criança fosse, em parte, realizado. Em um dos momentos da apresentação a cantora pediu à platéia que prestasse homenagem à aniversariante da noite, sua mãe Tish Cyrus, que completou 44 anos. “É aniversário de minha mãe. Vamos todos gritar ‘Parabéns a você’, pediu ela em inglês, sendo atendida em coro. A artista, aliás, não pronunciou nenhuma palavra da língua portuguesa. Nem mesmo na música Party In The USA, na qual se esperava que a musa substituísse o refrão original pela frase “É festa no Brasil”, conforme tinha ensaiado. As tietes tupiniquins pareciam não estar preocupadas com isso. Trataram de curtir o show de quase duas horas, no qual Miley cantou muitas músicas de seu álbum mais recente, Can’t Be Tamed, e ainda vários covers de seus roqueiros prediletos. Com 15 minutos de show, ela fez um medley de três canções da cantora Joan Jett e, logo depois, fez a primeira de suas cinco trocas de roupa. Voltou, então, com Every Rose Has Its Thorn, do Poison.
Quase no final do show, Miley levantou os adolescentes e seus pais com sua versão de Smell Likes Teen Spirit, do Nirvana, que dedicou ao irmão, Trace Cyrus. “Muitas pessoas me dizem que as inspirei a seguir os seus sonhos, então, na próxima música eu quero cantar uma que me inspirou a estar aqui neste palco hoje”. Empolgados, os fãs agitavam bastões fluorescentes – comprados nos vendedores ambulante do lado de fora da Arena – e jogavam flores vermelhas em direção ao palco.
Na canção seguinte, Can’t Be Tamed, Miley também “causou” ao tocar tambor com um taco de beisebol. Antes de encerrar o espetáculo, a artista ainda homenageou os fãs brasileiros com a música My Heart Beats For Love. Emocionada, ela agradeceu ao público: “Este show vai ficar guardado para sempre em meu coração”, disse antes de se despedir cantando Who Owns My Heart, seu número final.
Histeria – A emoção que tomou conta da primeira apresentação do show Gypsy Heart no Brasil também trouxe transtornos à organização. Cerca e 60 meninas passaram pelo posto médico com sintomas de fadiga emocional. Os socorristas tiveram que usar a maca para resgatar muitas fãs que desmaiaram no meio do público.
“Felizmente a maioria estava apenas abalada emocionalmente. Muitas chegaram chorando, precisando só ser acalmadas e beber um copo d’água”, explicou um dos quatro médicos de plantão. Segundo o profissional de saúde, apenas oito meninas precisaram ser medicadas. Todas foram liberadas antes do término do show e nenhum dos casos foi considerado grave.
Preços – O O ingresso mais barato, a Cadeira Nível 2, saiu por R$180 (meia R$90). A Cadeira Nível 1 custou R$380 (meia R$190); e a Pista R$300 (meia R$150). Tanto a Pista Premium quanto o Camarote saiam por R$700 (meia R$350). Como a classificação etária do show foi de 14 anos e a maioria da platéia era formada por estudantes, a maior parte do público pagou meia entrada.
Em São Paulo, o custo do programa deve ser mais alto. Na Arena Anhembi, onde acontecerá o show hoje, às 21h30, os ingressos custam entre R$340 (meia R$170), para a Pista; e R$700 (meia R$350), a Pista Premium. Segundo os produtores do evento, ainda há ingressos disponíveis.

#VEJA – Fãs passam a noite no Copa para tentar ver Miley Cyrus


Estar perto de seu ídolo não tem preço. Ou melhor, paga-se um preço alto. No caso de Carolina Porto, 18 anos, a diária do Copacabana Palace custou precisos 1.555 reais. “Eu queria tirar uma foto com ela, ou apenas vê-la de perto. Mas ela passa correndo pelos corredores do hotel. Os seguranças também não deixam a gente se aproximar e colocaram barreiras para ninguém fotografar”, lamentou a estudante.
Antevendo que algumas admiradoras tentariam o “velho golpe da hospedagem” no hotel da artista, a produção montou biombos para separar Miley dos ‘hóspedes comuns’.
Carolina, que veio com a sua mãe, é experiente quando o assunto é “cercar” celebridades internacionais. Ela e mais três amigas de Niterói costumam se hospedar em hotéis de luxo do Rio quando os seus ídolos aportam na Cidade Maravilhosa. “A gente fez isso com Jonas Brothers e a Demi Lovato. Mas eles foram mais fáceis do que a Miley. Ela está me decepcionando. Para os fãs de lá de fora ela pelo menos acenou. A gente que pagou para estar aqui perto dela não conseguiu nada”, disse, avaliando que o investimento, dessa vez, não funcionou.
Outra integrante do grupo, Natália Tomita, de 19 anos, também de Niterói, completou a queixa, mostrando que na foto tirada de muito longe pelo celular, Miley parecia estar mal-humorada. “Ela está com esta cara o tempo todo. Se era para ficar assim, por que veio?”, protestou – sem separar a vida pessoal do momento do show, na noite desta sexta-feira, na HSBC Arena, na zona oeste.
O cansaço, é claro, não será problema para o quarteto ir ao espetáculo. Elas vão se juntar às amigas Letícia Medina e Ana Flávia Farias, de 24, que também estão hospedadas no hotel e se dividirão em dois carros. “Não adianta chegar muito mais cedo, passar calor e fome, porque a gente é atropelada e acaba ficando no mesmo lugar que as pessoas que foram mais tarde. Assim a gente fica mais tempo no ar condicionado”, pondera Ana Flavia.
A jovem, no entanto, disse que não aproveitará mais nenhuma regalia do hotel. “Da outra vez que viemos nem fomos à piscina. Estamos aqui para encontrar a Miley mesmo. Até agora tem sido decepcionante, mas a gente vai continuar tentando”, avisa.

#G1 – Miley Cyrus se liberta de Hannah Montana em show de rock no Rio


Miley Cyrus, de 18 anos, parece ter se despedido de vez de Hannah Montana, personagem do seriado infanto-juvenil produzido e exibido pelo Disney Channel e responsável por boa parte de sua fama internacional. O recado foi dado na noite desta sexta-feira (13), no Rio, quando a atriz e cantora se apresentou para as cerca de 14 mil pessoas que lotaram a HSBC Arena, na Barra da Tijuca. Foi um show pontuado por modelitos ousados, caras e bocas provocantes e um repertório cheio de referências roqueiras.
Cyrus subiu ao palco pouco depois das 21h30 vestindo uma roupa de couro vermelha, com detalhes pretos e dourados. Acompanhada pelos músicos e por um grupo de dançarinos, abriu a apresentação com “Liberty walk”, faixa do álbum “Can’t be tamed”, lançado em 2010 — boa parte das canções do show seria tirada deste disco. O começo foi um pouco prejudicado pelo baixo volume de seu microfone, o que deixava a voz “atrás” dos outros instrumentos. Mas a falha foi corrigida logo nas canções seguintes.
“Olá! Como estão todos esta noite? Quero que saibam que o Rio é a razão para a turnê Gypsy Heart acontecer. Muito obrigado!”, declarou a cantora na primeira das vezes em que se dirigiu ao público formado predominantemente por barulhentas adolescentes. Com um apetrecho luminoso e colorido nas mãos, milhares de meninas faziam coreografias e se descabelavam sob gritos de “Miley! Miley!”.
Miley Cyrus tem boa presença em cena. A estrutura do palco usado pela cantora, que inclui uma longa passarela central, permite que ela se aproxime bastante dos fãs. Um telão de alta definição também ajuda: hora exibe a musa em ação, hora imagens de videoclipes. Em outros momentos, mostra simples efeitos computadorizados ou a letra de uma canção. Entre decotes, barriga e pernas de fora, troca de roupa pelo menos meia dúzia de vezes. A dança é que não é seu forte. Talvez por isso se apresente ao lado de bailarinos quase que o tempo todo.
Para mostrar sua (nova) identidade, Cyrus se apoia mesmo é no repertório. Simplesmente ignora os “antigos” sucessos de Hannah Montana. O mais perto que se aproxima da série que protagonizou no canal Disney é “See you again”, do álbum “Meet Miley Cyrus”. Lançado em 2007, o disco saiu junto com a trilha sonora da segunda temporada do programa.
Também fazem parte do setlist “Fly on the wall” e “7 things”, do CD “Breakout”, de 2008. E as curiosas versões para conhecidas canções de artistas de diferentes épocas. Primeiro veio o medley em homenagem a Joan Jett, líder da banda feminina The Runaways, que se lançou em carreira solo nos anos 70: “I love rock n’ roll”, “Bad reputation” e “Cherry bomb”. Da mesma década, Miley cantou “Landslide”, em versão acústica, do grupo anglo-americano Fleetwood Mac. Dos anos 80, relembrou “Every rose has its thorn”, única canção do Poison a alcançar o primeiro lugar nas paradas dos Estados Unidos. E uma versão para “Smells like teen spirit”, do Nirvana, representou a música dos anos 90.
Cyrus ainda teve tempo para uma singela homenagem à mãe, Tish Cyrus, que completou 44 anos nesta sexta: “Hoje é sexta-feira 13, o dia mais longo do ano. Mas hoje também é o aniversário da minha mãe. Então vamos todos gritar ‘Feliz aniversário, mommy Tish”, gritou a cantora, sendo prontamente obedecida.
Uma hora e 30 minutos depois, a apresentação chega ao fim: “Seu país é lindo. Vocês são lindos”, agradece. “All you need is love”, na versão original dos Beatles, ganha os alto-falantes da arena. Talvez um sinal da reafirmação de seu novo rumo artístico, mais adulto e maduro, ou uma simples recompensa à turma mais crescida que pagou o preço integral do ingresso para acompanhar filhos, sobrinhos e, em alguns casos, netos.
A passagem da Gypsy Heart Tour pelo Brasil termina com mais um show neste sábado (14), na Arena Anhembi, em São Paulo. De acordo com a organização do evento, ainda há ingressos disponíveis.
Veja o repertório completo da apresentação de Miley Cyrus no Rio:
1. “Liberty walk”
2. “Party n the USA”
3. “Kicking and screaming”
4. “Robot”
5. Joan Jett medley : “I love rock & roll”, “Cherry bomb”, “Bad reputation”
6. “Every rose has its thorn”
7. “Obsessed”
8. “Forgiveness and love”
9. “Fly on the wall”
10. “7 things”
11. “Scars”
12. “Smells like Teen Spirit”
13. “Can’t be tamed”
14. “Landslide”
15. “Take me along”
16. “Two more lonely people”
17. “The climb”
BIS
18. “See you again”
19. “My heart beats for love”
20. “Who owns my heart”

#GLOBO – Sensual, Miley Cyrus empolga público infantil com repertório que vai de Poison a Nirvana, passando por Joan Jett


Às 21h30m em ponto, Miley Cyrus subiu ao palco – bem simples, diga-se de passagem – da Arena HSBC, na Barra da Tijuca, na noite desta sexta-feira. Na plateia, uma legião de fãs que pareciam até obedecer a uma ordem: maior de um metro e meio não entra. Em sua maioria infantil, o público de 13 mil pessoas que aguardava a cantora e atriz, conhecida pela série “Hannah Montana” e que se apresentou no Brasil pela primeira vez, provavelmente não está nem aí para as polêmicas em que Miley se envolve de tempos em tempos. Querendo mostrar uma sensualidade por vezes exagerada – provavelmente para reafirmar que cresceu e deixou os tempos de estrelinha da Disney para trás – , a moça acabou surpreendendo boa parte dos pobres pais, arrastados pelas crianças ao show. Sem playback e sem medo de se arriscar nas notas mais altas, além de cantar de verdade, Miley conseguiu a proeza de fazer menores de 12 anos entoarem sucessos de nomes como Poison e Joan Jett – e, como esperado, ainda deu sua versão do clássico “Smells like teen spirit”, do Nirvana. Pois é. Miley, quem diria, tem um pé no rock.
De shortinho, cinta-liga estilizada e uma jaqueta de couro vermelha – o primeiro dos seis figurinos da noite, que incluíram ainda uma calça justíssima e um macacão-corpete vermelho com um coração dourado -, a cantora abriu o show com “Liberty walk”. “Party in the USA”, um de seus hits mais recentes, veio em seguida. Na pista, uma garotinha exibia um cartaz onde “USA” era substituído por “Rio”. Mas a versão em português não colou. Miley, aliás, só cumprimentou os fãs após a terceira música, “Kicking and screaming”. “Oi, Rio, muito obrigada. Tenho que dizer, vocês são a razão da turnê ‘Gypsy Heart’ existir”, disse a cantora, simpática, que ainda se apresenta em São Paulo neste fim de semana.
Mais gritos. E o medley Joan Jett, que incluiu “I love rock ‘n roll”, “Cherry bomb” e “Bad reputation”. Cantar sobre má reputação pode parecer até uma espécie de piada sobre si mesma, depois de muitas pequenas confusões – como as fotos de seu aniversário de 18 anos, onde aparecia fumando o que depois foi confirmado como sálvia. Mas a criançada não liga para essas coisas mundanas. E canta do início ao fim, com rosas nas mãos, o hit oitentista “Every rose has its thorn”, do farofento Poison. Alguns pais acham graça: “Essa era da minha época” , diz um homem, aparentando seus 40 anos, à sua filha.
Com um timbre mais country – seu pai, Billy Ray Cyrus, fez sucesso no gênero – e em tempos de auto tunes, Miley impõe sua voz, que soa bem mais potente ao vivo do que nos álbuns. Na pista, as pequenas fãs se dividiam entre as fases da cantora. As mais menininhas desfilavam de short jeans e camisetinhas. As mais velhas, entre 10 e 14 anos, já ousavam mais no look. Leggings, sainhas curtas, camisas xadrez, botas e sapatos de salto eram facilmente notados. Qual a influência de Miley sobre essas garotas?
- Ainda bem que minha filha não gosta – comemorava a professora Ana Paula Dias, ao lado da sobrinha. – Ela sensualiza demais. As crianças são muito pequenas. Não entendem algumas coisas, mas querem copiar o que veem.
No palco, Miley cumprimenta o público mais uma vez. Reclama do calor, e diz estar preocupada com quem está na fila do gargarejo. “Quero que todo mundo consiga acompanhar o show até o final, sem desmaiar por causa do calor. Vamos nos acalmar. Estou abraçando vocês aqui de cima”, recomendou. O apelo funcionou: apenas oito atendimentos mais graves foram registrados no posto médico da Arena – em sua maioria, crianças emocionadas acabaram dando baixa por lá. Depois de mais um sucesso, “Fly on the wall”, a cantora desejou “feliz sexta-feira 13″ a todos: disse que esse era o dia de mais sorte, lembrou o aniversário da mãe e pediu que o público desse parabéns a ela.
Ela segue animada. “Essa música é para todos os artistas que me inspiraram e que me deram coragem para seguir adiante. Espero que eu possa significar o mesmo para vocês, e que vocês possam ir atrás de seus sonhos”, disse Miley, antes de puxar o cover de “Smells like teen spirit” e vestir uma camiseta do Nirvana. O que o falecido Kurt Cobain, líder da banda, acharia disso?
- O show está me surpreendendo – afirmou a advogada Mariana Gonçalves, junto da filha. – Ela canta de verdade, o som tem uma pegada mais rock. Musicalmente, é uma boa influência para as crianças, pode despertar o interesse pelas canções originais. E se minha filha está feliz, isso é o que importa.
Momento mais sensual da noite, o hit recente “Cant be tamed” fez Miley ser levantada por dois dançarinos, vestida com um corpete roxo e com uma bengala, numa manobra um tanto Lady Gaga. Os bailarinos, aliás, destoam completamente do show. Com uma pegada mais rock, mesmo em meio a baladas como “The climb” (dos tempos de “Hannah Montana”, a canção foi trilha do filme da personagem), coreografias e figurinos um tanto demodês não combinavam com a postura mais agressiva da moça no palco.
A bandeira do Brasil ficou só no telão, e não nas mãos da cantora, como muitos artistas costumam fazer. O bis, de três músicas, teve “See you again”, “My heart beats for love” e “Who owns my heart”. Uma hora meia depois, a apresentação chega ao fim.
- Olha, achei o palco meio chocho, meio sem vida – avalia Maria Eduarda Matsumoto, de 11 anos. A menina veio de Búzios, na Região dos Lagos, no Rio, apenas para a apresentação. – Mas o show foi ótimo. A Miley é muito bonita, e cantou muitos sucessos. Valeu a pena – completou, tentando tirar uma foto que fosse com o celular para mostrar às amigas. Coisa que claro, quase todas as meninas (e meninos, que não eram poucos) fizeram.
No fim da noite, até que os pais não saíram tão arrasados assim. E Miley, que ainda parece estar tentando descobrir sua própria identidade como artista, sem a aura de heroína Disney, demonstra que está no caminho certo. Tudo é uma questão de ajustes, mas o mais importante – cantar para valer – a moça já faz. O resto se resolve com o tempo.

Confira o que rolou na coletiva de imprensa no Rio



De vestido coladinho e com as pernas de fora, Miley Cyrus posou na varanda do hotel Copacabana Palace nesta sexta, 13, antes de dar uma entrevista coletiva. Sorridente e com o sotaque carregado, a cantora explicou – numa entrevista que durou pouco mais que 15 minutos – que os fãs brasileiros pediram músicas pelo Twitter para seus shows, nesta sexta no Rio e no sábado, 14, em São Paulo: “Adicionamos músicas novas para os shows no Brasil, mas não tem música brasileira.”
Ela se mostrou impressionada com os fãs daqui. “Tem uma diferença enorme entre os fãs latinos e os americanos. Amo os americanos, mas nunca vi ninguém dormir na porta do meu hotel e gritar meu nome sem parar.” E completou: “Queria ir a lugares em que as pessoas não me julgassem, não julgassem os shows. Aqui é a música que importa, eles me pediam para vir porque gostam da minha música”, disse a cantora, que afirmou estar adorando a passagem pelo Rio de Janeiro.
“O Rio está sendo um dos meus lugares favoritos porque tivemos um dia de folga e pudemos relaxar. Gostei muito da praia que fui ontem”, disse ela, que foi à praia da Reserva, na Zona Oeste do Rio. “Quero voltar para conhecer melhor, mas nada de lugares turísticos. Queria que alguém me levasse a lugares onde os locais vão.” Quem sabe para aprender a sambar? “Não sei nada de samba, só conheço as músicas de um vídeo de exercícios que minha mãe tem. Se vocês quiserem ela pode demonstrar.”, disse desviando a atenção para Tish Cyrus, que acompanhava a entrevista no fundo do salão.
Segura, ela não hesitou em responder nenhuma das perguntas pré-selecionadas por sua produção. Com a sabedoria de quem cresceu diante das câmeras, ela não aconselha seu estilo de vida aos fãs: “Tenho uma irmã que quer ser cantora, mas eu digo para ela esperar para não perder parte da infância e da adolescência. Mas se é isso mesmo que a pessoa quer só posso dizer: ‘estude muito e não deixe outras pessoas poluírem sua cabeça’.” Apesar de demonstrar um certo arrependimento em ter começado a carreira tão cedo, ela não sente falta da escola: “Eu só frequentei a escola até a sexta série. Eu sofria bullying, então estava feliz em não estar ali.”
Carreira dividida
Assim como a personagem que lhe deu fama, Miley leva uma vida dupla. Decidir entre a vida de atriz e a de cantora parece ser a questão que mais pertuba a estrela teen: “Eu gosto dos dois, mas quando estou em turnê fico focada na música. Fazendo cinema eu tenho o diretor mandando eu agir de uma certa maneira, já com a música tenho mais liberdade. Mas é díficil, gosto dos dois”.
Em breve, ela lança dois filmes no cinema- “LOL” e “So Undercover”: “‘LOL’ eu fiz por mim, gostei muito da história. E “So Undercover” é uma comédia muito divertida”. Além destes projetos, ela avisa que quer gravar um novo álbum: “Depois da turnê, eu devo parar só por uma ou duas semanas para eu não ficar entediada e enlouquecer meus pais. Queria muito gravar um álbum agora, mas com os filmes passarei muito tempo fazendo divulgação. Espero ter tempo para fazer um álbum.” E a TV? “Não sei se quero voltar a fazer TV. Não gosto de ter um cronograma, mas não posso dizer que nunca mais faria.”
Turnê
Intitulada Gypsy Heart (“Coração Cigano”, em tradução livre), a turnê de Miley passará apenas pela América do Sul e pela Austrália. O tema cigano foi inspirado no pai da cantora, o também cantor Billy Ray Cyrus:”Meu pai estava sempre em turnê, então cresci nesse meio. Nunca estive em um lugar por muito tempo, deixava famíia e amigos para trás. Você leva seu coração com você.”
Em dois meses, ela fará 20 apresentações em 18 cidades diferentes. Como ela faz para manter o pique? Nem ela sabe: “Honestamente, eu não sei como eu aguento. Acho que sou maluca”, disse aos risos. Nos shows, ela mostra seu lado roqueira com covers de Joan Jett: “Ela é meu maior ídolo. O auge foi poder cantar com ela. Escolhi alguns clássicos do rock porque quero mostrar o que me inspirou”, continuou ela, que cantou Nirvana em um show recente.
Twitter
Como a maioria dos adolescentes, Miley não desgruda do celular e não sai do Twitter: “O Twitter é minha maneira de me comunicar com os meus fãs, é assim que sei o que eles querem ouvir”, disse ela, que já viveu situações estranhas no site relacionamento. “A coisa mais estranha foi uma pessoa que ameaçou matar um gato porque eu não twittava mais. Achei um pouco demais, não sou uma matadora de gatos”, contou.
Bigodes??
Miley adora postar fotos suas de bigodes, mas nem ela sabe explicar direito o motivo: “É uma brincadeira minha e do meu irmão. Quando estou longe mando fotos minhas de bigode e ele faz o mesmo”, se diverte.
♥ Ego

Fantástico fala sobre as loucuras dos fãs de Miley!


Ontem, (15 de maio) o programa de televisão da Rede Globo, Fantástico, exibiu uma matéria falando sobre as loucuras que nós, smilers, fazemos pela Miley. Confiram abaixo o vídeo dessa matéria: